Texto colocado originalmente em: http://chefdiogorocha.blogspot.com/
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Revista Visão / Cozinha de Autor
Texto colocado originalmente em: http://chefdiogorocha.blogspot.com/
Diogo Rocha em Belmonte
Revista Visão / Cozinha de Autor
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Hoje sinto-me melhor do que o ....
É verdade, hoje tive a oportunidade de estar presente no pavilhão da escola pelas 10 horas da manhã, sinto-me diferente, matei um pouco das saudades tudo graças ao B.C.C., á muito que o ruido de várias bolas de basquete a bater ao mesmo tempo no chão faziam falta aos meus ouvidos, pareciam melodias que á muito eu tinha esquecido.
Tive oportunidade também de ver os pequenos aprendizes de mini-basquete a divertirem-se com um desporto que me é muito familiar e isso agradou-me imenso, é de louvar o esforço do B.C.C. para que estes jovens começem desde cedo a praticar desporto, eu tinha mais ao menos a idade deles quando começei, espero que isto continue e que um dia sejam eles a fazer um post deste género num blog.
Sei que é época carnavalesca e com grande tradição em Canas de Senhorim, mas fui um pouco também na esperança de ver presentes outros antigos jogadores de basquete do meu tempo ou anterior, pensei encontrar pessoas como: Cingab, Farpas, Alexandre, André Marques, Daniel, entre outros.
Até ao próximo sábado B.C.C..
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Para amantes de futebol
Enquanto treinador, continuou a evidenciar-se nos "estudos", obtendo uma brilhante classificação num curso de treinadores efectuado em França. Estes resultados, aliados ao bom trabalho nas camadas jovens do FC Porto, levaram-no ao posto de treinador da selecção nacional de juniores. Com Pedroto ao "leme", Portugal conquista o seu primeiro título Europeu!
Pedroto abandona o futebol jovem do FC Porto para ir treinar a Académica. Forjou grandes talentos nessa época, sendo reconhecido por todos a qualidade do futebol apresentado pela equipa de Coimbra. Depois treinou o Leixões, onde foi vitíma da única chicotada psicológica da sua carreira, traído pela falta de condições oferecidas pelo clube. Treinou depois o Varzim, que estava no seu 2º ano na primeira divisão. O Varzim foi a sensação desse campeonato.
Em 1966 realizou um sonho: tornar-se treinador principal do FC Porto, fica até 1969 e vence uma Taça de Portugal. Depois ruma até Setúbal, altura em que o Vitória obtém alguns dos melhores resultados da sua história, sendo uma vez vice-campeão, uma vez finalista da Taça, e obtendo excelentes prestações nas competições europeias.
Em 1974, mudou-se para o Boavista. Em dois anos obtém o 2º lugar no campeonato e vence 2 Taças de Portugal.
Volta às Antas em 1976 para vencer dois Campeonatos (1977-78 e 1978-79) e uma Taça de Portugal.
José Maria Carvalho Pedroto acabou por falecer na manha do dia 7 de Janeiro do ano de 1985, com 56 anos de idade, sucumbido à doença que o corroía imparavelmente. Durante a madrugada do dia do seu falecimento, já visivelmente debilitado, tentou satisfazer os seus últimos desejos, bebendo whisky por uma colher e tentando fumar o último cigarro.
Palmarés
Como jogador:
2 Campeonatos Nacionais
1 Taça de Portugal
17 internacionalizações
Como treinador:
2 Campeonatos Nacionais
5 Taças de Portugal
4 vezes finalista da Taça de Portugal.
Seleccionador nacional (17 jogos, 03/04/74-30/03/77).
Algumas frases de Pedroto:
"O verdadeiro calcanhar de Aquiles do nosso futebol reside no simples facto de quase todos pensarmos que, quando saímos dos estádios, já não somos profissionais de futebol".
"Estamos na mediania no conceito europeu. Relativamente ao futebol de alta competição, temos meia dúzia de jogadores com grande classe".
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal !
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O blog Canas City deseja a todos os seus leitores um Feliz Natal
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
No coração do Dão
Cozinha de autor com base nos produtos regionais. Excelente garrafeira. Preço médio: €35
Em terras de Santar
Na pitoresca e vizinha povoação de Santar são outros os ambientes que nos acolhem – sofisticados –, mas igualmente ligados aos prazeres do palato. Dirigimo-nos ao Paço dos Cunhas de Santar, recuperado o ano passado pela Dão Sul e eleito “Enoturismo do Ano 2008”. Trata-se de um belo edifício setecentista que alberga um restaurante, loja de vinhos e winebar. É rodeado por jardins e pela senhorial Casa do Soito, que integra, ainda, 25 hectares de vinha, hortas, pomares e zona arbustiva. Nela se pretende fazer surgir um hotel de charme, condicente com o edifício já restaurado pelo arquitecto Pedro Mateus, com atelier no Porto, que realizou um notável trabalho de reabilitação desta estrutura, erguida à imagem do estilo renascentista italiano.
Refira-se que a vizinha e mítica Casa de Santar, solar dos séculos XVII e XVIII, propriedade da condessa D. Tereza de Lencastre de Mello, há 15 gerações na família, está envolvida neste projecto de enoturismo, pelo que o espaço da adega, capela, cozinha velha, sala dos coches e jardins podem ser visitados. Trata-se de uma excelente forma para abrir o apetite, já que no Paço os jovens chefs Luís Almeida e Diogo Rocha, de 22 e 25 anos, respectivamente, nos irão provar porque são já uma referência na região. Propõem cozinha de autor com produtos tradicionais e pratos tão originais quanto peito de codorniz, trufa laminada e telha de cenoura, trouxa de mariscos acompanhada de creme de abóbora, emulsão de coentros e alho francês ou enrolado de polvo com legumes frescos salteados (a carta varia sazonalmente). Quanto às sobremesas, desde o creme de arroz-doce, com semifrio de canela e estaladiço de limão ao pão-de-ló, com sorvete de citrinos e hortelã, todas as escolhas são acertadas. Só tem um senão… deixam algum peso na consciência (pelo menos).
In "Revista: Rotas & Destinos"
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Diogo Rocha: "O Queijo da Serra é um produto que não precisa de muitas voltas para brilhar" quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Um texto sem a letra "A". Isto é possível?
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Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e recursos fértil em diversos, tudo isso Permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.
Pode dizer-se tudo, com sentido completo, como se isso fosse mero ovo de Colombo, desde que se tente. Sem se inibir, pode muito bem Empreender o leitor este belo Exercício Dentro do nosso Fecundo e peregrino dizer português, Puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e Honroso reconhecimento.
Trechos difíceis resolvem-se com sinónimos.
Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento Instrutivo.
Brinque-se com tudo mesmo.
É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o "P", "R" ou "F", escolher o que quiser. Podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.
Porém, mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos.
Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem hoje o nosso português, culto e belo substituí querendo, tradução-lo pelo. Porquê?
Cultivemos o nosso Polifónico e Fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos Povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, oh moços estudiosos, escritores e professores!
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugil, de heróis e de nobres Descobridores de novos mundos!
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Autor: Desconhecido
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